por Caderno Programe-se, às 19:04:47 de 03/07/2009.
Veja a lista dos nomes de que se deu bem e faturou os ingressos!
CAFÉ SÁBADO
Rafael Teixeira Bender
Diego Batista Nascimento
CAFÉ SEXTA
Julio Cesar da Silva
Carlos Eduardo Sulzbach
CHAPA C
Diogo Kommer
Diego Kommer
Mathias Germano Schmokel
Eduardo Kuhn
LINHA HANSEL
Marcos Luis Gomes
Rogerio Rotilli Boiarski
LEMBRE-SE: a participação dos sorteios conta com algumas regras:
Confere aí.
REGRAS DO SORTEIO: para garantir a todos os integrantes a oportunidade ao sorteio de ingressos, a participação dos orkuteiros é limitada. Cada membro tem direito a inscrever-se em um único tópico.
O mais importante: O INGRESSO É PESSOAL E INTRANSFERÍVEL. Ou seja, você só pode concorrer a ingressos com o seu nome.
Confira os videos da entrevista completa do Nédio, em matéria especial sobre uso de drogas.
por Caderno Programe-se, às 09:20:26 de 26/06/2009.
Nédio Zen Júnior (30) concedeu entrevista ao jornalista Marcio Souza no início desta semana. As imagens foram gravadas pela Milânia Wulff, no Centro Terapêutico São Franscisco, em Lajeado.
LEIA MATÉRIA COMPLETA ABAIXO:
Dê um basta às drogas
Hoje é o Dia Internacional de Combate às Drogas. Para marcar a data, a galera do Programe-se escolheu contar a história de quem já viveu o terror de ser dependente e conseguiu se livrar deste mal. Aqueles que utilizam algum entorpecente podem seguir este exemplo. E para quem ainda não caiu neste drama, serve de alerta para que não estrague a sua vida, nem de sua família. O ideal é curtir os dias numa boa, sem dar chance ao azar.
O crack abriu a porta do inferno
Ele poderia ser piloto de avião; esteve bem próximo de completar o curso; teve oportunidade e condições de estudar nos melhores colégios e universidades; tentou ser empresário com a abertura de um canil; mas em nada conseguiu sucesso, porque em primeiro lugar vinha a droga. A realidade da história de Nédio Zen Júnior (30) é repetida em muitas famílias, que acabam ruindo por causa da dependência de entorpecentes. Ele não vê problema em se identificar, pois sabe que pode servir de exemplo para muito jovem que está no mesmo caminho, começado há, pelo menos 18 anos.
O, na época, garoto Nédio teve contato primeiro com drogas lícitas, como a maior parte dos usuários. Aos 12 anos começou com o álcool. “Falta de regras e a busca pela liberdade, na pré-adolescência, são fatores que podem levar ao consumo”, conta. E tudo começa de forma exporádica, como quando tinha 14, 15 anos, que via seus amigos consumindo maconha e, pela inclusão, entrou nesta. Era coisa sem importância, somente nos finais de semana e ele tinha hábitos tranquilos: ía a escola, conseguia boas notas, seu relacionamento com os demais não mostrar alterações. Não sabia que, assim de boa, dava passos para um caminho bem pancada.
Cocaína
Após passar dois anos limpo, por opção mesmo, Nédio voltaria para o mundo do tóxico. Desta vez a parada era a seguinte: fim de relacionamento, 17, 18 anos, uma balada, cheio do trago, e a galera apresenta o pó. “Não sabia que eles usavam a cocaína, me mostraram e, sob o efeito do álcool, fui no embalo deles e usei”, relembra. “Me apaixonei pela droga”, completa.
O cara passou a consumir de um jeito que todos os dependentes costumam achar “controlável”. Neste período entrou no curso de piloto e já estava praticamente pronto, quando descobriram que fazia uso de cocaína. Foi expulso. Mesmo em quantidades pequenas se viu obrigado a ir para clínicas, onde passou por internação.
Sem resultados nas tentativas de eliminar o hábito, ele passou a só sentir prazer no que fazia se estivesse sob o efeito de drogas. Estava ciente disto, mas não abria mão. “Eu não queria parar”, afirma. Entre 22e 24 anos o uso passou a ser frequente, desistiu do curso na universidade, trabalhava três dias por semana e passava os outros tentando se recuperar dos efeitos.
Crack
Os anos de 2004 a 2007 foram de maior calmaria, num efeito sanfona da ânsia de consumir mais e mais cocaína. Conheceu uma pessoa e conseguiu administrar melhor sua vida, não deixando de ser necessárias internações e voltas às clínicas. Um dia Nédio foi procurar cocaína e o traficante não tinha; possuía apenas crack. Ele pegou. E a pedra o derrubou. “A cocaína te leva até a porta do inferno e o crack abre esta porta. É como diz o John Travolta em um filme: 'É o mesmo que beijar Deus e ir ao inferno'.” Para conseguir mais pedras ele roubou em casa – trabalhava com o pai e tinha acesso ao caixa, de onde tirava dinheiro – e na rua. Teve problemas com a Justiça que ainda estão em processo de resolução.
12 dias de terror
Os últimos dias antes de buscar uma solução definitiva para seu problema foram terríveis para Nédio. Foram 12 dias de uso contínuo, praticamente, sem dormir. Sabia que iria morrer. “Vi que iria me matar”, confessa. Chegou a pesar 68 quilos. Hoje, recuperado está com seu peso ideal: 87.
Ciente de que a coisa estava feia ele procurou o Centro Terapêutico São Francisco, via Centro de Atendimento Psicossocial (Caps) ainda sob o efeito do crack. “Tinha virado um mendigo, uma criatura largada na rua”, conta.
Chegar a este ponto fez com que sua família deixasse seguir o seu caminho. Agradece a eles por isto. Quando viu que não havia mais solução, que estava no fundo do poço, ele teve a coragem necessária a todo doente e procurou ajuda.
Centro
O trabalho desenvolvido no Centro faz com que, em seis meses, o dependente abandone o “vício”. São reuniões diárias, momentos de espiritualidade, estudos do programa que é uma filosofia de vida, palestras de autoajuda, dinâmicas, lazer e trabalhos que garantem a ocupação. Passado o período de recuperação Nédio eliminou até o cigarro e, hoje, é contratado orientando os novos internos – são 53 com capacidade para 60 – e pretende continuar seu trabalho com dependentes químicos. O contato do local, para quem quiser conhecer mais ou precisa de ajuda, é com Cláudia ou Nédio, em horário comercial, pelo 8541-0919.
por Caderno Programe-se, às 18:43:25 de 22/06/2009.
Toda sexta-feira vai rolar no Programe-se o espaço “Qual é a boa do findi”. A real é que a gente tá tri curioso para saber onde você estará nos finais de semana e divulgar pra todo mundo saber também!
Então, compartilhe a sua agenda. No fundo, no fundo isso ainda vai render bons encontros...
Vá até a nossa comu, no Orkut, e deixe o seu scrap no tópido "Qual é a boa do findi". Seu recado pode ser publicado no caderno.